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Israel. Um país muito diferente daquele que vocês veem na TV, leem nos jornais, nos sites e, principalmente, nas diversas redes sociais. Há aqueles que amam Israel de modo absoluto e aqueles que odeiam Israel de modo absoluto. Não escrevo para estes, pois para mim estes se dão as mãos. Tanto os que amam quanto os que odeiam Israel sem discussão não estão dispostos a conhecer Israel de fato; estão, sim, dispostos a impor o seu discurso aos demais. Quem diz amar Israel por motivos religiosos e quem odeia Israel porque… bem, porque é Israel, judeus, sionistas, etc., não há o que se mostre deste país que fará diferença, pois são incapazes de escutar, de ler, de refletir. Israel tem mil problemas, é fato. Mas também é fato que é formado por uma gente que, na grande maioria, busca soluções para seus problemas. E falo das pessoas, não dos políticos. Não é o primeiro-ministro nem os parlamentares israelenses que construirão a paz; não é o presidente da Autoridade Palestina nem seus líderes que farão a paz. A paz será feita in loco, por pessoas que vivem o dia a dia nas ruas, escolas, centros culturais. Gente que tem sonhos de gente boa. Como as pessoas que conheci hoje: Amál, Gal, Nir, Beni. Todos israelenses. Alguns beduínos muçulmanos, outros judeus, todos gente. Em um jardim de infância de pedagogia Waldorf, originalmente europeia, judeus e árabes criaram um pequeno jardim do Éden, em que dois rios – um que flui a riqueza da cultura árabe, outro que flui a riqueza da cultura judaica – se encontram e se reoxigenam. Um senhor, judeu, que deixou de ser ortodoxo, vai às lágrimas ao ver crianças árabes e judias cantando juntas, em árabe e em hebraico, com sorrisos nos rostos e flores nas cabeças. Isso em um ambiente tão simples, com balanço feito de pneus, flores, jardineiras, famílias sentadas em roda sobre tapetes coloridos. Não mais que cem pessoas. Mas de cem em cem, no campo, a paz se constrói. Foi de preencher o coração.

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