Oi, você!! Bem-vindo!
Isso… Você mesmo, leitor, oi! Então… Você viu a entrevista de um dos idealizadores do site para o programa Shalom Brasil? Não? Vai lá e assiste… Eu espero…

Já viu? Legal né? Eu também fiquei impressionada. Uma porção de gente, no mundo inteiro, está curtindo o site. Muito legal. Pelo menos era assim que eu pensava até lembrar que eu também escrevia aqui, aí a sensação foi mais para o lado do “Quê!?!?! Tanta gente?!?”, posição fetal, essas coisas… É uma grande honra, e com uma grande honra, vem uma grande responsabilidade, tanta que faz a gente roubar frase de herói de revista em quadrinhos… Sabe o que é? Vou explicar… É que eu vivo meio que “reclusa”. Não, não do tipo “homem barbudo na caverna”, mais do tipo “fui morar na chácara por uns meses e, dez anos depois, continuo aqui”.

Para uma paulistana, a mudança foi um choque. Era um ar puro, um silêncio… Absolutamente insuportável! Sério, tive que passar por um período de adaptação até parar de ficar falando “shoooooppping, preciso de shoooooppping” como um zumbi! Aí, depois de 10 anos, não é que a metamorfose se completou? Pois é, acho que posso me considerar uma moça da roça agora. Tirando a moça, é claro. Ok, tirando a roça também, que tudo que eu plantei, não deu… Bom, acho que deu para entender onde quero chegar né? Não precisamos nos ater a detalhes no momento…

Enfim, digamos que da ultima vez que fui ao shopping em São Paulo, o que foi semana passada, demorei uns segundos a mais para pisar na escada rolante. Sutil, quase imperceptível e acho que até disfarcei direitinho, mas acho que vi minha amiga dando uma risadinha de lado, se divertindo com a Jeca aqui… Jecaqui, aff. Bom, amigas, amigas…, ela sabe que eu riria também se a situação fosse inversa… E olha que não fomos a um dos mais movimentados não, era um até bem decadente*! (*Para ela…! Eu só concordei para “fazer tipo”… Chega de risada, né?). E, choque maior, para quem se orgulhava de ter “andado tranquilamente pelas estações de metro de Londres”, eu quase me perdi na Barra funda! E eu hiper ventilando no transito de São Paulo. Mas até aí tudo bem, minha amiga também estava, era o dia da “Tocha Olímpica em São Paulo”, e o jogo do Palmeiras… A cidade estava totalmente bloqueada, pelo menos em 99% das ruas que precisávamos usar. Ô saudade da terrinha que eu estava. Passou. Pois é…

O tempo também passou, a cidade cresceu, e eu aqui, literalmente assistindo a grama crescer. Mas tudo bem. Não é que esteja completamente isolada. Tenho um computador, facebook… Falo com um monte de gente todos os dias, virtualmente… É quase como encontrar com os amigos para o café, só que de pijama, sem maquiagem, e sem ter que pagar a conta, a não ser da internet. Infelizmente, devo avisar que sou também um pouco “ciberneticamente desfavorecida” ou seja lá qual for o termo politicamente correto para “totalmente estúpida no que ser refere a avanços tecnológicos depois do vídeo cassete”.

O fato é que escrevo e posto coisas na minha página do Facebook como fazia no meu diário de adolescente, completamente alheia ao fato de que pessoas que não me conhecem assim tão bem, realmente podem ler e comentar o que escrevo. Fora que entre o que se escreve e o que se lê, as vezes, há uma certa diferença. Até explicar que alhos não são bugalhos, já viu… Mais alguém tem problemas com isso? Sim, porque a internet nos aproxima a todos, vide as 9 mil pessoas que acessaram este site e isto só até a data da entrevista, mas também causa umas desavenças estranha, mal entendidos, fulano diz “A” para ciclano, fulaninha vai lá, acha que é com ela, te bloqueia e você nem sabe…

Mas, mesmo assim, mesmo sabendo que a internet é uma ponte entre estranhos, quando perguntaram se eu gostaria de escrever aqui no site, adivinha? Falei sim, lógico! Por que não? Deve ser divertido… Então…” Qual o problema, afinal?”, você deve estar se perguntando… Essa é fácil…, o “problema” sou eu, o motivo? Bom, o motivo… Como coloco isso… O motivo é você! Isso mesmo… Não, não você pessoalmente, viu só? Mal entendidos novamente… Eu quis dizer “você”, leitor! 9 mil acessos! Claro, ao site, não exatamente a esta coluna, mas, mesmo assim, vai que você clicou errado e caiu aqui? E aí? O que eu faço? A jovem descolada cresceu, virou a “tia fashion” e agora, por uma virada de rumo, é um remake pobre de dona Benta! E pode ver, até aqui, nada de judaísmo, história judaica ou coisas assim nesta coluna, pelo menos por enquanto. Todas essas coisas são muito bem tratadas neste site e por pessoas muito gabaritadas…

Esta coluna, enquanto deixarem, é mais ou menos o “meu” espaço. Entendeu a responsabilidade? Receitas? Você as terá! Mas também numa outra parte porque eu adoro todas essas comidas, mas não faço… Acho que todos tem seu ambiente de expertise e o meu, se um dia o encontrar, acredito que fique bem distante da cozinha… Nada que não me impeça de aceitar um convite para almoçar, se der certo… #ficaadica… O que você encontrará aqui? Não sei ainda… Ah vai, se até outro dia nem sabíamos da existência um do outro, por que tentar definir já como vai ser o nosso relacionamento? Lembre-se, sem pressão, por favor!

Dona Benta fashion do sítio dos gatos amarelos aqui é moderna só em alguns sentidos… Dá “piti”, no lugar de ter chiliques… É autodiagnosticada como “polipolar” (bi é tãããão 2015!…), mas ainda está em choque por descobrir que vocês são tantos! Assim, vamos com calma… Devagar, nos conhecendo coluna a coluna, até encontrarmos um caminho juntos. Está bom assim? Por enquanto, da minha parte, prazer em conhecer você! Seja muito bem vindo! Obrigada pela visita!

 

http://portaljudaico.com.br/vendoo/uploads/2016/07/benta.pnghttp://portaljudaico.com.br/vendoo/uploads/2016/07/benta-150x150.pngCarla SpachCRÔNICASELOCUBRAÇÕESelocubraçõesOi, você!! Bem-vindo! Isso... Você mesmo, leitor, oi! Então... Você viu a entrevista de um dos idealizadores do site para o programa Shalom Brasil? Não? Vai lá e assiste... Eu espero... Já viu? Legal né? Eu também fiquei impressionada. Uma porção de gente, no mundo inteiro, está curtindo o site. Muito...Comunidade Judaica Paulistana