Agora já sabemos, antes da vitória nas Olimpíadas, o maior atleta de todos os tempos, Michael Phelps, passou por um período extremamente turbulento. Que tal, aproveitar então sua história, apoiar a campanha do mês da prevenção ao suicídio, e analisar a Logoterapia no contexconsiderando_suicidio_ayudato?

Pare quem ainda não soube da história, antes de Phelps voltar para casa com a família e as medalhas, entre as duas últimas olimpíadas, o nadador vivenciou momentos difíceis de sofrimento e dor. As piscinas não faziam mais parte da rotina. De certa forma, não enxergava mais sentido na vida, e o “vácuo existencial” foi estabelecido. A solução de “escape” para preencher tal vazio? O álcool, as drogas, festas, adrenalina….Acabou sendo preso duas vezes, dirigindo alcoolizado em alta velocidade. No limite e desespero humano, ideais suicidas então foram surgidas para acabar com o tamanho sofrimento.

Graças ao seu amigo, jogador de futebol americano, Lewis, lhe aconselhou a ir para clinica psicológica e presenteou com livro. O título? “Uma vida com propósito – O que a vida espera de você?”. Em alguns meses de tratamento e reflexão, as piscinas de 10 metros da clínica foram novamente trocadas pelas olímpicas. Meses depois? Casamento, filho, medalhas…Vida.

A Logoterapia analisa o Ser Humano como todo, completo. Constituído nas três dimensões: Físico, psíquico e espiritual. Consequentemente as neuroses de origem; somatogênica, psicogênica e noogênica. Certamente elas phelpspodem se interligar, e é essencial o profissional da saúde mental identificar qual(ais) campos estão “afetados”, para auxílio e acompanhamento. No caso de Phelps, sem dúvidas, a última dimensão teve que ser conectada. A etiologia noogênica é formada pelo vácuo existencial, pela frustração existencial ou pela frustração de vontade de sentido. Além de tal corroboração empírica, pesquisas têm sido conduzidas a fim de investigar a frequência das neuroses noogências, mostrando que em aproximadamente 20% das neuroses encontradas são noogênicas, em natureza e origem.

“Muitas pessoas tem como viver, mas não para que viver.” (Viktor Frankl)

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