17814089_1602223539802636_1634135731_nTodo mundo conhece a confusão no qual se encontra uma pessoa no meio da tomada de uma decisão tão crucial na vida – se a pessoa com quem está saindo é a pessoa certa para ser um parceiro de vida, com quem irá construir uma família. No entanto, mesmo se for pedir ajuda ou conselho de uma pessoa mais experiente e sabia: país, rabino, psicólogo, coach, etc., o sujeito tem que saber, que somente ele vai precisar tomar esta decisão, ninguém pode fazê-lo por ele. O trabalho do especialista, com quem se aconselha, é somente equipar-lo com a lente através do qual ele pode ver com mais precisão e clareza, refletir a qualidade de seu relacionamento, desafiar seus pressupostos, identificar seus blindspots, e entender que todas as suas relações são realmente um espelho seu. Uma voz de objetividade, que vem de fora, pode ser valiosa e útil, porém, mais uma vez, você é o único que pode determinar se alguém é sua alma gêmea.
Eis o artigo da coach americana Shira Teichmann, no qual ela tenta responder dúvidas e perguntas mais frequentes.
Coach S. Teichmann: aqui são apenas algumas das perguntas, que costumo perguntar aos meus clientes de coaching:
1. como você se sente sobre si mesmo quando você está com ele/a?

mas, antes disso: como é que você se sentiu sobre si mesmo antes de o conhecer? se você pode dizer honestamente que você entrou em a relação com um saudável nível de auto confiança e sentido de autoestima alto, a resposta à primeira questão pode ser muito clarificadora. Porem, se você está contando com outra pessoa para criar o sua auto-confiança, é uma história diferente, e um grande, insalubre erro. Claro, que o cônjuge deve respeitar você e tratá-lo com a bondade, mas ninguém pode dar-lhe a sua auto-estima além de você!

2. você sente saudade quando não está com ele/a?

mas, antes disso: quanto tempo você passam juntos? Se os dois passam 24/7 juntos, não há chance para sentir como fica sem se ver ou se falar. Às vezes distanciamento faz bem.

3. há um equilíbrio de poderes na relação, ou uma pessoa domina?

mas, antes disso: você é capaz de expressar suas necessidades em geral, ou você está constantemente os reprime? Todos os relacionamentos são uma constante negociação de poder, por isso não todas as decisões que você e seu parceiro fazem em seu relacionamento será seus preferidos. (você pode decidir, por exemplo, ir para um jantar no restaurante chines, ao em vez de italiana, mesmo que você realmente não apreciá-la tanto, só porque seu parceiro está com vontade, e você o ama, e sabe, que vai fazê-lo feliz.) Um casamento requer fazer milhares de decisões em conjunto, pequenas e grandes. Para entender se as decisões estão tomadas de jeito correto, o mais importante é saber como os dois estão sentindo depois da resolução. Isso é a chave para a compreensão do potencial do seu relacionamento ter sucesso. Lembre-se: você não tem sempre chegar a acordo (e num casamento, você, inevitavelmente, não sempre vai), mas você tem que se sentir ouvido e respeitado.

4. ele/a traz para fora o melhor de você?

mas, antes disso: quais são seus maiores pontos fortes e contribuições para o mundo? se você não sabe quais dons e talentos você tem para oferecer, você não pode realmente saber se a pessoa com quem você está saindo é alguém que ajuda a você a realizar seu potencial. Então, se você não está certo o que é único e especial em você, pense sobre os momentos em sua vida quando você se sentiu mais útil, valorizado e apreciado. Pergunte ao seus amigos o que eles valorizam e admiraram mais em você. Pense sobre seus objetivos na vida, seus sonhos (que, espero, vocês já compartilharam um com outro) e reflita se através de suas palavras e ações ele/a os apoia.

Alias, neste ponto, a resposta à primeira questão deve estar clara para você. Não é justo colocar toda a responsabilidade do nosso bem-estar emocional em nosso parceiro. Esse comportamento é pouco saudável para qualquer relacionamento, e é certamente tóxico para um casamento. Alguém me disse uma vez: “escolher um cônjuge é a decisão mais solitária que você realmente faz na vida.” Como é verdade! Embora falar com alguém que te conhece bem (um bom terapeuta, por exemplo) pode ser muito útil, a escolha de compartilhar sua vida com alguém é totalmente sua. (por favor, tenha cuidado se alguém diz o contrário.) Sim, parece assustador fazer uma grande decisão dessas sozinho, mas, francamente, isso não é uma boa notícia?

Você pode ser emocionalmente aberto e honesto consigo mesmo, e com a pessoa com qual você está namorando; saber, que você tem tudo o que é preciso para fazer uma escolha saudável se já encontrou um certo parceiro para o resto da vida, ou ainda não.

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