O POVO UNIDO JAMAIS SERA VENCIDO 1986                                     OS INCOMODADOS QUE SE MUDEM

1986                                                                                   os incomodados que se mudem

 

Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe (Rio de Janeiro RJ 1932). Caricaturista, ilustrador, desenhista, jornalista, cronista. Jaguar inicia sua carreira como cartunista, em 1957, na página de humor da revista Manchete. No ano seguinte, a convite de Carlos Scliar  passa a colaborar com a revista Senhor, onde conhece Ivan Lessa e Paulo Francis . Na década de 1960, trabalha por oito anos no jornal Última Hora. Em 1968, lança Átila, você é um bárbaro, uma antologia de seus cartuns. Paralelamente ao trabalho de cartunista, é, durante 17 anos, escriturário do Banco do Brasil, emprego que abandona em 1971. No banco, conhece Sérgio Porto , também funcionário e escritor, que sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, tem vários de seus títulos ilustrados por Jaguar.

TIA ZULMIRA E EU 1975                                 BORIS 1970

Tia Zulmira e Eu 1975                                                            Boris 1970

É um dos fundadores da famosa Banda de Ipanema, inaugurada no primeiro carnaval pós-golpe militar de 1964, e que congregava jornalistas, escritores, cineastas, atores, músicos, artistas plásticos e cartunistas. Funda em 1969, o semanário carioca O Pasquim, ao lado de Millor Fernandes, Tarso de Castro, Sérgio Cabral,  Henfil, Paulo Francis, Ziraldo  entre outros. Em O Pasquim, cria o rato Sig, uma alegoria de Sigmund Freud (1856 – 1939), que se torna símbolo oficial do jornal, aparece na capa e no começo das matérias, e é o mascote da publicação. Dentre os personagens criados por Jaguar, além do rato Sig, destacam-se: Gastão, o vomitadorBoris, o homem tronco e o cartum Chopnics, publicado inicialmente no Jornal do Brasil. Em 1999, edita a revista Bundas – satirizando a publicação Caras –, com Ziraldo e outros remanescentes de O Pasquim. Em 2000, lança o livro Ipanema – Se Não Me Falha a Memória, pela editora Relume Dumará, e, no ano seguinte, Confesso que Bebi, Memórias de um Amnésico Alcoólico, pela Record.

SEM TITULO 1964                          A BORRACHA é NOSSA

1964                                                                                          A borracha é nossa

PRIMAVERA EM LONDRES 2000                        VOTO EM QUEM APOIA AS MINHAS ASPIRACOES

Primavera em Londres 2000                                               

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