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Para começar a entrar no clima de Purim!

Essa história se passa virtualmente nos dias do rei Achashverosh, quando ele administrava 127 páginas na internet: do site www.india.velhadelhi.ohm ao portal www.kush.gov.etiopia. Um dia Achashverosh decidiu fazer uma grande festa e a anunciou no Facebook. Convidou a todos da sua lista de amigos, e de amigos dos amigos. O convite viralizou. Foi quando Achashverosh decidiu convidar sua esposa Vashti para dançar diante de todos, online. Ela se recusou e bloqueou os amigos do rei da sua timeline. Desapontado, o rei publicou no facebook o que ocorrera e recebeu milhares de mensagens. Entre elas, foi aconselhado a bloquear o perfil de sua esposa; mas ele decidiu apenar desfazer a amizade com ela na rede social.
Dias depois, Achashverosh, aconselhado por alguns estagiários, decidiu dar um Google para procurar uma nova esposa em um de seus 127 domínios. Não demorou muito e encontrou uma jovem que se apresentava pelo nick Ester (na verdade, ela se chamava Hadassa).

Preocupado com as noites que a sobrinha passava acordada navegando na rede, Mordechai, o tiozão de Ester, entrou na internet profunda e descobriu que dois vírus maliciosos tentavam derrubar o rei. Mordechai avisou Ester, que rapidamente enviou um whatsapp para a guarda real; esta passou um antivírus nos arquivos reais e Achashverosh foi salvo.
Naquele tempo, cansado de administrar tudo sozinho, o rei foi convencido por Haman o Hacker a lhe passar o login e a senha de seus domínios. Haman entrou na rede com o perfil do rei, e obrigou todos os súditos do reino a curtirem suas 127 páginas. Mas um súdito se recusou: Mordechai, o tiozão de Ester. Muito contrariado, Haman decidiu que destruiria não somente Mordechai, mas todo o seu povo: mandaria bloquear e deletar todos os perfis de judeus, bem como todos os seus grupos e páginas. Sem muita alternativa, Mordechai enviou um fax para Ester, exigindo que ela denunciasse a trama ao rei. Ester então marcou um jantar na agenda eletrônica real e convidou Haman para participar – a confirmação foi imediata.

Naquela noite, ao ver Ester cabisbaixa, Achashverosh entendeu que ela estava triste e lhe prometeu transferir metade de seus sites na internet. (Na verdade, Ester estava de cabeça baixa, teclando com seu tio Mordechai sobre o que se passava no jantar). Meio distraída, Ester decidiu marcar um segundo jantar para a noite seguinte, com os mesmos convidados.
Na noite seguinte, quando o rei ofereceu à sua esposa metade de seus domínios na rede mundial, Ester, agora mais atenta, declarou: “Meu rei, não tenho interesse em passar meus dias na internet administrando suas páginas; o que desejo mesmo é que você não permita que o meu povo seja deletado”. Então Ester contou que era judia, do mesmo povo dos criadores do Facebook, dos chips que funcionavam nos celulares por todo o reino da Pérsia, e até do Waze, que permitia o rei viajar sem pegar trânsito nem pedágio, da Índia à Etiópia.

Quando ela lhe contou que Haman era o responsável pela virtual destruição do povo judeu, Achashverosh ficou furioso. Imediatamente destituiu Haman do cargo de administrador de suas páginas e o substituiu por Mordechai. Além disso, para evitar qualquer risco, o rei mandou bloquear Haman e seus filhos na rede e deletar todos os arquivos por eles produzidos. Nas redes sociais, os judeus, que vinham sofrendo bullying por meio de falsas notícias de sites de pós-verdade, antes administrados por Haman e seus filhos, agora recuperaram seus perfis e suas contas, e tiveram direito de colocar os mais modernos firewalls e antivírus de todo o reino da Pérsia, desenvolvidos em start-ups sediadas em um de seus menores domínios: www.am.israel.chai.
Deste ano em diante, foi programada a Festa de Purim, todos os anos na mesma época. Nesta data os judeus deveriam organizar festas, deletar o nome de Haman e, obrigatoriamente, se afastar por pelo menos dois dias da internet, para dançar e cantar, comer e beber, como antigamente.

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