Ser mulher é ser muitas e ser única.

É ser meio menina, não importa a idade.

É gostar de contar as experiências para as mais novas.

É saber ouvir as pessoas.

É se identificar com mulheres de todo o mundo.

Ser mulher é ter a coragem de amar, independente das circunstâncias.

É ser tudo o que os homens pensam; é ser o que eles nem imaginam.

É saber que amor tem a ver com cuidado, interesse no outro e ações cotidianas.

É lutar por dias melhores. É lutar por direitos sociais. É lutar por relações verdadeiras.

É ser frágil quando pode e forte quando necessário.

Ser mulher é valorizar a família.

É se transformar em uma leoa para defender um filho.

É ser um pouquinho de cada profissão: ora médica, ora enfermeira; ora secretária, ora advogada; ora psicóloga, ora arquiteta; ora cantora, ora cozinheira…

É ser a pessoa mais decidida do mundo para enfrentar obstáculos que valem a pena.

É ser a pessoa mais indecisa do mundo.

Ser mulher é chorar, rir, soluçar e gaguejar ao mesmo tempo.

É ser sensível ao mundo, de uma forma que poucos homens conseguem entender.

Aliás, é ser incompreensível para eles em alguns momentos.

Faz parte do charme feminino um mistério no ar, um enigma a ser decifrado.

É gostar de ser elogiada, mas falar que não concorda com tantos elogios (mesmo sabendo que é verdade).

É ganhar um presente e dizer que não precisava.

É dar presentes que tocam na alma das pessoas.

Ser mulher é respeitar o tempo das coisas.

Aliás, é acreditar que o tempo é seu melhor amigo, que cura feridas e acalenta o coração.

Mas também é temer a passagem do tempo, temer o envelhecimento do corpo, da alma jamais.

É se preocupar sim com a aparência, mas ter consciência de que a verdadeira beleza não pode ser vista por qualquer olhar.

Por falar em olhar, as mulheres sabem reconhecer diversos tipos de olhares.

Ser mulher é ter alguns admiradores.

É ser delicada, meiga e graciosa.

É rodar baiana de vez em quando: ser neurada, histérica, preocupada, louca, barraqueira.

É saber dizer não. É saber dizer sim. É ser sincera quando não sabe se não ou se sim.

É ser inteira, para poder se dividir em mil.

É gostar de dançar, caminhar, surfar, malhar.

É também amar ficar com as pernas pra cima sem fazer nada.

É correr de alguém. É correr para alguém.

É correr para dar conta de tudo. É correr para abraçar o mundo.

É correr distâncias incalculáveis para também ser abraçada.

É uma verdadeira maratona.

Ser mulher é entender que para ser feminina não é preciso ser uma boneca de porcelana.

É incorporar todos os papéis dos filmes dependendo do estado de espírito: ser princesa, rainha, vilã, bruxa, fada, anjo, bela, fera… Cabem todas as interpretações na nossa vida.

Falando nisso, é gostar de fazer um drama sim; a vida fica mais temperada com umas pitadas melodramáticas.

Mas não é só de drama que vivemos: adoramos aventuras, amamos os romances, nos divertimos com as comédias, entramos de cabeça na ficção, sentimos frio na barriga com o suspense e pavor com o terror.

Dentro da gente cabem todos os gêneros.

Ser mulher é ter um dom que os homens nunca terão: a conhecida intuição feminina.

E sabe por que? Porque os nossos sentidos são ampliados pela nossa sensibilidade.

É ter o poder da telepatia.

É ter vários super poderes.

É ter um coração com um espaço infinito.

É conseguir transmitir um pensamento para uma amiga com uma simples expressão facial.

E por falar nelas, nossas queridas e amadas amigas…

As mulheres não dão conta de viver sem leais parceiras de vida.

As amigas são parte de quem somos: são nossos diários, nosso abraço apertado, nossos momentos mais engraçados, mais constrangedores, mais tristes e mais felizes.

São com elas que compartilhamos não só nossa intimidade, mas também nossos desejos mais profundos.

Ser mulher é reconhecer as diferenças das cores bordô, vinho e burgundy (ou não rs).

É saber as tendências de cada estação. É gostar de estar na moda, é detestar estar na moda.

É ter estilo próprio ao se vestir. É seguir fielmente as blogueiras favoritas.

É tentar ser livre para fazer escolhas.

É saber que em cada escolha existe uma ideologia, uma história e uma concepção de mundo.

Ser mulher é sofrer com cólicas, dores de cabeça e febre emocional.

É ser uma gladiadora para aguentar dores físicas.

É ser uma guerreira para as dores da alma.

É se despedaçar. É juntar todos os cacos. É se reconstituir.

É ser uma fênix.

É ser uma artista.

É ter fé nas pessoas, fé na vida, fé no futuro.

É orar por todos ao seu redor.

É dar o seu melhor, sempre.

É ser amor.

É tornar-se mulher, dia após dia.meryl-streep

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